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A mostrar mensagens de Agosto, 2011

Até já... beijinhos!

Meus amigos, vou estar fora por três dias. Estarei ausente já amanhã, na quinta e na sexta-feira. Penso estar de volta na noite de sexta-feira, e aqui com vocês estarei no Sábado. São apenas três dias, que iriam com certeza passar despercebidos. Mas quis dizer-vos na mesma, pelo simples motivo de que todos vocês que me estão a ler, daí desse lado do ecrã, são muito importantes para mim. Não faço ideia de quem muitos de vocês são. Sei quem são os meus “seguidores” queridos, que me acompanham, alguns, desde o princípio deste blogue, outros, mais recentemente. Das outras pessoas que lêem o que escrevo, que têm a admirável paciência de me aturar, não sei nada. Nem quantos são, nem aonde estão, nem como se chamam. Mas todos e cada um de vocês, não importa se homens, se mulheres, se perto, se longe, são especiais e maravilhosos! Todos vocês fazem com que eu ache que vale a pena continuar a atormentar-vos diariamente com as minhas escritas, e escrever é uma coisa que me faz um bem imenso á alma…

Amor é... aquilo que nos der mais prazer

Ontem conversava com um querido amigo meu, sobre as dádivas que o Universo nos dá, e o modo como temos de retribuir essas oferendas. Dizia ele, na sua sabedoria, que tudo o que recebemos, é compensado com algo que nos é levado em troca. Perguntei-lhe se a troca vale sempre a pena, ou seja, se aquilo que o Universo nos dá, tem sempre o mesmo valor do que aquilo que nos pede como resgate. A resposta desse meu amigo foi simples e maravilhosa, qualquer coisa como : “Tudo o que é assunto de coração e de amor, vale sempre a pena.” Não é que eu não o soubesse já! Mas, de qualquer forma, fez-me muito bem ouvir uma opinião masculina sobre o assunto. A opinião de um “entendido na matéria”, como se costuma dizer.
O amor vale sempre a pena. Quaisquer que sejam as contrapartidas, quaisquer que sejam os impedimentos. Mesmo que seja necessário ganhar uma batalha por dia, e ainda assim, ir para casa com medo de perder a guerra. Mesmo que algumas partes do nosso sonho não sejam sempre brilhantes e radiosas como im…

Não vou a lado nenhum

Os meus amores são sempre complicados! Não sou uma mulher que se costume deixar encantar com histórias simples e fáceis. Os homens que prenderam a minha atenção, os que me conseguiram segurar por algum tempo a seu lado, tiveram sempre uma auréola de mistério, de segredo, de dificuldades a serem ultrapassadas. Tinham a tal característica que levava a minha irmã a saber de antemão quais eram os meus namorados que iam durar, e quais eram destinados a serem descartados passada a primeira semana. “este não vai passar dos primeiros dias, é calmo, tranquilo, bom rapazinho.” Ou então “parece que este se aguenta um tempinho, complicado, diferente, perturbador “
A minha primeira paixoneta a sério foi por um rapaz da minha turma, ainda eu andava no ciclo preparatório. Ele era como eu era naquela idade e naquela altura, sempre sozinho, sempre distante e calado. O único que não entrava nas equipas de futebol dos rapazes, que não se envolvia em lutas de murros e pontapés no pátio da escola. Que mantinha uma atitude de d…

Todos me vêem, menos tu!

Todos me vêem, menos tu. E não te importas sequer com isso! Não se passa um só dia em que algum homem não me diga pelo menos uma coisa bonita. Não se passa um só dia, em que se eu quisesse, não me fosse possível marcar encontros, trocar telefones, programar saídas. E não te incomodas, nem te preocupas. Tão pouco te aproximas mais, ou te interessas mais, ou te propões a cuidar melhor daquilo que é teu.
Todos me vêem, menos tu! Como é possível que não tenhas ciúmes? Como é que fazes para não te sentires inseguro? Dizes que aceitas as pessoas como elas são, e não invades o seu espaço, confias e ficas descansado. “O sonho de qualquer mulher!”, Foi o que me disse uma amiga. Sonho, uma pinoia! Eu queria era que protestasses! Que me pedisses para não falar tanto, para não conviver tanto, para parar de aceitar presentes apesar de virtuais, para não receber mensagens, para não fazer comentários mais atrevidos!
O que eu queria era que dissesses que me amas, que tens medo de me perder, que te sentes ameaçado por tanta concor…

Descapotável cor-de-rosa

Há muito tempo ninguém me convidava para passear. Passear mesmo. Sair para ver um sítio bonito, um lugar agradável. Não daqueles convites disfarçados de passeio, disfarçados de amizade, cheio de pretextos, de desculpas, mas que trazem sempre um mundo sem fim de possibilidades escondidas e ocultas. Desses convites dissimulados recebo muitos, quase todos os dias. Porque os anos passam, a vida vai-se alterando, mas os homens, esses não mudam nunca… Sei lidar bem com eles. afinal há tantos anos que os conheço, alguma coisa devo ter aprendido…
Na outra noite, fui passear de descapotável cor-de-rosa, até um lugar lindo aonde nunca tinha estado, e aonde nunca estive realmente de facto.
Lembrei-me das motos da minha juventude, lembrei-me de como o vento soprava nos cabelos, de como a saia curtinha se levantava na estrada, de como os motoristas assobiavam e diziam gracinhas patetas. Á minha frente, naquela altura, foram tantos condutores diferentes! Namorado que era namorado que se apresentasse, tinha moto, ou tinha automóve…

Ainda queres ir comigo dar a volta ao mundo?

Ontem lembrei-me do Jacob. Lembro-me do Jacob muitas e muitas vezes. Mas ontem, não sei porquê, a lembrança dele não me abandonou o dia inteiro…
Jacob foi um amigo querido que eu tive, há muito tempo. Ficou na minha vida por uns meses largos, está no meu coração até hoje, e é daqueles amigos que vai ficar comigo para sempre. Eu tinha dezassete anos, ele, vinte e cinco. Eu era louca, livre, alegre, solta no mundo. Ele tocava violão, fumava, viajava e sonhava.
Em comum tínhamos os cabelos compridos, a paixão pela liberdade, a vontade de ir sempre mais além do que aquilo que a próxima esquina deixava antever.
O Jacob conhecia países e lugares nesses países que eu nem sequer sabia que existiam. De vez em quando punha a mochila às costas e desaparecia pela estrada fora. Assim… Sem mais nada a não ser a vontade indomável de ver o que está para além da linha do arco-íris. Acho que foi ele quem me ensinou a gostar do arco-íris!...
Depois voltava quando eu menos esperava. Cheio de histórias, repleto de novidades. Trazi…